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A Igreja Universal do Reino de Deus e as novas tecnologias fevereiro 9, 2010

Posted by Paulo Ranieri in Cibercultura, Internet, Web 2.0, redes sociais, twitter.
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Não é novidade que o Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, e outros pastores – outras denominações religiosas também – fazem uso frequente de Twitter e outras redes sociais para divulgar textos, vídeos com pregações e outros materiais com conteúdo religioso. Tudo isso eu já tinha visto. Mas uma bênção especial para os telefones celulares eu nunca tinha visto. Que as operadoras sejam abençoadas, o problema com os sinais acabem e as tarifas sofram quedas. Amém.

As redes sociais podem mudar o mundo (?) fevereiro 6, 2010

Posted by Paulo Ranieri in Facebook, Internet, Política, Web 2.0, redes sociais, twitter.
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Vale a leitura do texto de Renata Lemos (via twitter @renatalemos ) para que possamos refletir sobre. Tomo a liberdade de reproduzir as palavras da autora, ressaltando que foi publicado neste link.

“Ontem fui assistir @lucianopalma na Social Media Week SP. ele disse que as mídias sociais não mudam o mundo, mas apenas a forma como nos comunicamos. mais uma vez, dentre muitas outras abordagens das redes sociais, o foco foi o entendimento das mídias sociais como ferramentas, como se pudessem ser separadas das redes, essas sim feitas de pessoas falantes e vivas.

como já abordei anteriormente em meu post sobre o iPad, acredito que já não seja mais possível separar mídia de rede. acredito que a abordagem que considera tecnologia como uma esfera separada das teias humanas pertence ao século 20, e não mais ao século 21. a ferramenta não é mais algo que pode ser considerado como pertencendo a uma categoria separada do humano nesse momento da evolução da nossa espécie.

mais uma vez repito: um machado não definia ou afetava a identidade pessoal de um lenhador. mas o Twitter, por exemplo, definitivamente afeta, extende e define identidades pessoais. as mídias sociais não podem mais ser consideradas como ferramentas simples. elas são muito mais do que isso. elas são extensões e catalisadores diretos das membranas do tecido humano das nossas relações sociais e das nossas representações individuais de perfis e identidades. são espaços intersticiais, como bem define Lucia Santaella.

outra questão bastante discutida é o fato de que “redes sociais não são panacéia”. redes sociais não mudam o mundo. aqui, também, acredito que meu entendimento é diferente da maioria dos especialistas dessa área no Brasil. eu acredito que as redes sociais mudam o mundo sim. completamente. até que ponto acontecerá essa mudança, ainda é muito cedo para saber com certeza. mas uma coisa é certa: a mudança engendrada pelas redes sociais não altera apenas a forma das relações sociais, mas principalmente a lógica subjacente a estas relações, subvertendo a hierarquia (que é o princípio organizador das sociedades modernas e industriais). então estamos diante de um processo muito mais profundo do que um mero avanço nos meios de comunicação. estamos diante de uma mudança de paradigma social e cultural.

partindo desta premissa, podemos dizer sim que da mesma forma como o email alterou a face dos negócios e do planeta; também a dinâmica das redes e do netweaving irá alterar muita, muita coisa. o quanto e o quê, dependem, é claro, de nós. agora, o como está claro: uma transição na forma como vemos e representamos nossas expressões de valor e cultura está em curso. não sou só eu que estou dizendo isso. Barack Obama também disse isso: ou vocês acham que o lançamento da iniciativa mundial de governo 2.0 liderada por Hillary Clinton sinaliza o quê? sinaliza uma coisa apenas: crença no potencial das redes sociais de mudar o mundo, sim.

Tim O´Reilly também disse isso. ano passado ele fez um chamado para os desenvolvedores de mídias sociais para que parassem de perder tempo desenvolvendo aplicativos de joguinhos tóxicos para o facebook e ao invés desenvolvessem aplicativos voltados realmente para a inovação social.

nós podemos, sim, mudar o mundo através das redes sociais. gente inteligente como o time da Metacurrency.org, por exemplo, já está usando as redes sociais para desenvolver novos meios de geração e troca de riqueza nas redes, novas moedas digitais, independentes e livres da especulação e da instabilidade dos bancos tradicionais. milhares de outras iniciativas existem que demonstram todo o potencial das redes sociais para efetivamente mudar o mundo: fazer o design de novos tipos de relação econômica, política e cultural.

Só depende de nós.”

Haiti 360º – vídeo publicado em CNN.com fevereiro 1, 2010

Posted by Paulo Ranieri in Internet, Jornalismo, Videojogos, Web 2.0, WebTV.
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Há poucos dias falamos aqui sobre o Reportaje 360º, da Colômbia, um tipo de reportagem onde, graficamente, podem-se visualizar as diferentes caras de um assunto (numa explicação das mais enxutas). Recentemente, o portal CNN.com publicou um vídeo interativo 360º para que o seu leitor possa passas pelas ruas do Haiti.

“Use o mouse para clicar sobre o vídeo e arrastar a tela para mudar a imagem. Você também pode usar ‘zoom in’ e ‘out’, pausar e retomar a qualquer momento pressionando o botão Play / Pause abaixo da tela para poder parar e observar ao redor”, orienta o portal. As cenas foram filmadas no dia 18 de janeiro, às 9h52 em Port-au-Prince, Haiti.

Jornalista colombiano fala sobre reportagem 360º janeiro 27, 2010

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O tema não é tão novo assim, mas a entrevista com um especialista garante a leitura e um pouco de reflexão sobre o futuro dos meios.

Publicado por Nota de Rodapé

Felipe Lloreda é um jovem jornalista colombiano. Atendeu gentilmente o pedido de entrevista do Nota de Rodapé com a mensagem “Con mucho gusto”. Diretor de Novos Meios do El País, da Colômbia, neste bate-papo exclusivo o assunto é reportagem 360º. “Reportagem o que?” você se pergunta. Uma explicação: “É a reportagem onde graficamente podem-se visualizar as diferentes caras de um assunto”, diz ele. Criado em 2009, o projeto completa neste janeiro seu primeiro ano de vida. As três reportagens disponíveis, a primeira sobre Cali, a ciudad que no duerme, a segunda sobre La hoja sagrada e a terceira sobre Cali una industria salsera são de arrepiar. Difícil explicar o que será o futuro do jornalismo com tanta inovação. Essa, no entanto, é merecedora do destaque tamanha a qualidade do que fazem usando áudio, vídeo, texto e muita criatividade e bom gosto. É a tecnologia a favor do bom jornalismo. Sem mais, é preciso ver, brincar e descobrir o que aqui no Brasil ainda não existe ou não se descobriu. O Nota de Rodapé apresenta, em certa medida e sem pretensões, esta novidade dos vizinhos periodistas da Colômbia. Por Ricardo Viel, Rodrigo Menitto e Thiago Domenici (segue).

Acesso de alta velocidade tem de ser socializado janeiro 22, 2010

Posted by Paulo Ranieri in Internet, Web 2.0.
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Por Thiago Domenici, do site ‘Rede Brasil Atual

Para analisar as possibilidades do Brasil de proporcionar acesso mais rápido à internet para mais gente, como forma de assegurar seus direitos de cidadão num mundo em que a informação é valiosa, a reportagem conversou com Marcos Dantas, professor de Sistemas de Comunicação e Novas Tecnologias na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Dantas é doutor em Ciência da Informação pela ECO-UFRJ. Foi secretário de Educação a Distância do MEC (2004-2005) e secretário de Planejamento e Orçamento do Ministério das Comunicações (2003). Atualmente é integrante da União Latino-Americana de Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura e da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares de Comunicação. Também trabalha como consultor e na produção de artigos científicos em sua área… confira a entrevista.

Na terra da baleia, o peixe morre pela boca janeiro 19, 2010

Posted by Paulo Ranieri in Internet, twitter.
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Escrito para o blog Nota de Rodapé

O dito popular “o peixe morre pela boca” pode ser entendido de duas formas: literalmente e metaforicamente. De maneira literal, o peixe morre porque cai na armadilha e abocanha a isca que está no anzol; metaforicamente, palavras mal colocadas podem provocar algum desconforto tanto ao emissor quanto ao receptor da mensagem, dependendo da situação. Na imprensa, chamamos de “barriga” (notícia falsa ou errônea lançada por um jornal, tevê etc).

Durante a semana que passou, uma repórter da rádio Jovem Pan, em São Paulo, reproduziu o que foi escrito em um falso perfil criado no twitter (cujo símbolo é uma baleia) em nome da apresentadora do SBT, Hebe Camargo, fato que levantou uma série de discussões sobre o uso do microblog como fonte de informação. Na reportagem, a jornalista contou, entre outras coisas, que Hebe se divertia correndo pelo hospital de cadeira de rodas.

Estava trabalhando na redação do Portal Terra no momento em que a informação foi veiculada pela rádio Jovem Pan, o que casou entreolhares silenciosos. Imediatamente a jornalista do Terra que cobria o ‘caso Hebe’ quebrou o silêncio e disparou: “isso não pode ser real, eu não vou dar”. E ela estava certa.

É preciso lembrar que os ‘erros da imprensa’ já existiam antes da Internet, como o caso Escola Base, em 1994, por exemplo. O twitter continuará sendo importante fonte de informação para todos os comunicadores. Foi assim com o blecaute em grande parte do País em novembro de 2009 e assim é em relação ao recente terremoto no Haiti. Além do jornalismo, empresas têm feito uso do microblog para se relacionar com clientes e obter algum tipo de feedback.

Já em 2003, segundo pesquisa do Guia do Webjornalista, realizada com seus utilizadores, cerca de 41% dos participantes apontaram que a instantaneidade é o que mais caracteriza o webjornalismo. A interatividade apareceu em segundo lugar, com 28,11%. Assim é o twitter, instantâneo e interativo. Em 2006, a pesquisadora Lúcia Lemos lembrou a todos que os usuários do twitter ‘furaram’ veículos como a “BBC” e o “The New York Times”, quando o terremoto da China ainda estava acontecendo. Quem seguia estes utilizadores ficou sabendo em tempo (mais do que real).

O jornalista pode e deve ter algum tipo de contato com o twitter e manter com uma relação amigável. Uma pesquisa realizada pela S2 Comunicação Integrada, entre julho e setembro de 2009, apontou que 48,77% dos jornalistas usam o Twitter como rede social preferida. No entanto, checagem, apuração e investigação não devem ser palavras de ordem, mas pratica diária da imprensa. Na terra da baleia, o peixe pode morrer pela boca.

‘Internet’ será tema do São Paulo Fashion Week janeiro 15, 2010

Posted by Paulo Ranieri in Internet, redes sociais.
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Em entrevista ao Portal Uol, Paulo Borges, diretor criativo do São Paulo Fashion Week, do Fashion Rio e o Rio Summer (o evento de Alto Verão criado por Nizan Guanaes), fala mais sobre o assunto.

“Para 2010, Paulo Borges salientou o tema da estação entre as novidades. Desta vez o evento chamará a atenção e incitará a discussão sobre o reflexo da internet no mundo contemporâneo. Na cenografia, uma grande árvore de signos, com imagens conhecidas do público (o sinal de “PARE”, o de proibido fumar são exemplos) convidará os fashionistas a elaborarem suas próprias interpretações”, pode-se ler no texto de Carolina Vasone.

Texto e vídeo com a entrevista podem ser acessados por aqui.

Infografias estáticas de Estadão e NYTimes mostram retrospectiva da década janeiro 8, 2010

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Muito parecidos na aparência, os infográficos estáticos do Estadão e do The New York Times apresentam ao leitor uma retrospectiva da década. Ficaram bons, mas não vejo muita eficiência em algo 100% estático que tinha tudo para ser um excelente especial multimídia. Para acessar basta clicar nas imagens reduzidas.

Realidade Aumentada ganha o mercado imobiliário janeiro 8, 2010

Posted by Paulo Ranieri in Infografia, Internet, Realidade Aumentada, Web 2.0.
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A realidade aumentada é aquela que já discutimos por aqui.. o Estadão inovou quando a adpatou aos seus especiais, sites espanhóis utilizaram em infografias digitais animadas, depois virou aplicativo de Iphone, e agora o mercado imobiliário internacional já vem tentando explorar a ferramenta. Assim como aconteceu com o exemplo do Iphone, uma empresa francesa apostou na RA.

No Blog Ad!vertido, o autor afirma que a imobiliária  Meilleurs Agents apostou com tudo em RA para conectar os clientes com suas ofertas. “Sobreposta à imagem real do imóvel, o cliente visualizava na tela do seu celular informações e características (como preço, tamanho, etc.) de imóveis em Paris e outras regiões”… como mostra o vídeo no youtube.

Um brinde à vida. Feliz 2010. dezembro 31, 2009

Posted by Paulo Ranieri in Internet, Web 2.0.
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“Momments”, de Will Hoffman, é uma breve e sutil homenagem à vida, inspirado no livro “Sun”, de David Eagleman. ( A dica é de @webwriter via Twitter ). Mesmo sendo um pouco antigo, acho que vale fechar o ano com ele.

Em 2009, o blog Do Analógico ao Digital conquistou importante espaço no cenário internacional, especialmente em Portugal e Espanha, e aumentou consideravelmente o número de acessos em relação aos primeiros posts de 2007, ano em que tudo começou por aqui.

Com muita isenção e ética, queremos continuar crescendo e trazendo informações que possam contribuir. Que 2010 seja próspero para todos e que consigamos, um dia, entender o que é a Internet. Feliz Ano-Novo.