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Mudamos!

O blog “Do Analógico ao Digital”, inicialmente pensado para pesquisar e acompanhar o jornalismo na web, mudou, e está em novo endereço. Para continuar acompanhando o nosso trabalho, agora um espaço virtual para reflexão sobre Tecnologia, Educação e Comunicação, acesse O Café Digital.

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Natal Digital

“Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo” é a mensagem de Natal que aparece ao final de um vídeo da agência portuguesa Excentric. Muito criativo e engraçado, o vídeo mostra como as redes sociais, a web e o mobile contam a História da Natividade. O Natal através do Facebook, Twitter, YouTube, Google, Wikipedia,  Google Maps, GMail, Foursquare, Amazon..

FELIZ NATAL A TODOS.

 

CNN teme a concorrência das redes sociais

A transição do impresso para o digital e a busca por um modelo perfeito de negócio que atenda a essas mudanças ainda são incógnitas. Não há um modelo fechado e definitivo, e as apostas e especulações vez ou outra vem à tona. Outro ponto ainda indefinido do jonalismo on-line são as redes sociais, que podem ser uma das soluções para maior audiência e lucratividade nos sites de notícias. O que fazer com elas? Como trabalhar com as redes sociais?

De acordo com nota publicada nesta quinta-feira (11) pelo portal português Agência Financeira, “a CNN está mais preocupada com a concorrência das redes sociais, como o Facebook, o Twitter ou o hi5, do que das outras estações de televisão”. O presidente da CNN, Jon Klein, durante conferência sobre o futuro dos meios de comunicação social em Nova Iorque, disparou: “a concorrência de que tenho verdadeiramente medo é a das redes sociais”.

Recentemente, o The Guardian demonstrou preocupação com a mesma questão. Disse o diretor Alan Rusbridger: “(…) mas também a necessidade do jornalismo contar com o público, de transformar os meios e os jornalistas em redes sociais informativas onde desde a primeira informação até a distribuição, passando pelo marketing, incorporem o comportamento das redes. Se os modelos de negócios responderem a estes desafios, encontrarão mais pistas  para decidir quais são os métodos e canais de entradas e rentabilidade mais adequados para cada meio. Em função do seu conteúdo, objetivos, público e organização.”

Tanto para a CNN quanto para o The Guardian, o caminho é uma aproximação total com as redes sociais – um “enlace”, usando o termo em espanhol. “As pessoas que são vossas amigas no Facebook ou aquelas que vocês seguem no Twitter são fontes de informação de confiança. Clicamos nas ligações que nos enviam e temos confiança nelas”, disse Jon Klein. Mas ainda não ficou claro, ao menos para mim, como se dará essa aproximação dos veículos com as redes sociais, necessária, obrigatória e urgente.

Em tempo, segundo um estudo da Semiocast, o português é o idioma mais falado no Twitter, atrás apenas dos idiomas inglês e japonês.

 

As redes sociais podem mudar o mundo (?)

Vale a leitura do texto de Renata Lemos (via twitter @renatalemos ) para que possamos refletir sobre. Tomo a liberdade de reproduzir as palavras da autora, ressaltando que foi publicado neste link.

“Ontem fui assistir @lucianopalma na Social Media Week SP. ele disse que as mídias sociais não mudam o mundo, mas apenas a forma como nos comunicamos. mais uma vez, dentre muitas outras abordagens das redes sociais, o foco foi o entendimento das mídias sociais como ferramentas, como se pudessem ser separadas das redes, essas sim feitas de pessoas falantes e vivas.

como já abordei anteriormente em meu post sobre o iPad, acredito que já não seja mais possível separar mídia de rede. acredito que a abordagem que considera tecnologia como uma esfera separada das teias humanas pertence ao século 20, e não mais ao século 21. a ferramenta não é mais algo que pode ser considerado como pertencendo a uma categoria separada do humano nesse momento da evolução da nossa espécie.

mais uma vez repito: um machado não definia ou afetava a identidade pessoal de um lenhador. mas o Twitter, por exemplo, definitivamente afeta, extende e define identidades pessoais. as mídias sociais não podem mais ser consideradas como ferramentas simples. elas são muito mais do que isso. elas são extensões e catalisadores diretos das membranas do tecido humano das nossas relações sociais e das nossas representações individuais de perfis e identidades. são espaços intersticiais, como bem define Lucia Santaella.

outra questão bastante discutida é o fato de que “redes sociais não são panacéia”. redes sociais não mudam o mundo. aqui, também, acredito que meu entendimento é diferente da maioria dos especialistas dessa área no Brasil. eu acredito que as redes sociais mudam o mundo sim. completamente. até que ponto acontecerá essa mudança, ainda é muito cedo para saber com certeza. mas uma coisa é certa: a mudança engendrada pelas redes sociais não altera apenas a forma das relações sociais, mas principalmente a lógica subjacente a estas relações, subvertendo a hierarquia (que é o princípio organizador das sociedades modernas e industriais). então estamos diante de um processo muito mais profundo do que um mero avanço nos meios de comunicação. estamos diante de uma mudança de paradigma social e cultural.

partindo desta premissa, podemos dizer sim que da mesma forma como o email alterou a face dos negócios e do planeta; também a dinâmica das redes e do netweaving irá alterar muita, muita coisa. o quanto e o quê, dependem, é claro, de nós. agora, o como está claro: uma transição na forma como vemos e representamos nossas expressões de valor e cultura está em curso. não sou só eu que estou dizendo isso. Barack Obama também disse isso: ou vocês acham que o lançamento da iniciativa mundial de governo 2.0 liderada por Hillary Clinton sinaliza o quê? sinaliza uma coisa apenas: crença no potencial das redes sociais de mudar o mundo, sim.

Tim O´Reilly também disse isso. ano passado ele fez um chamado para os desenvolvedores de mídias sociais para que parassem de perder tempo desenvolvendo aplicativos de joguinhos tóxicos para o facebook e ao invés desenvolvessem aplicativos voltados realmente para a inovação social.

nós podemos, sim, mudar o mundo através das redes sociais. gente inteligente como o time da Metacurrency.org, por exemplo, já está usando as redes sociais para desenvolver novos meios de geração e troca de riqueza nas redes, novas moedas digitais, independentes e livres da especulação e da instabilidade dos bancos tradicionais. milhares de outras iniciativas existem que demonstram todo o potencial das redes sociais para efetivamente mudar o mundo: fazer o design de novos tipos de relação econômica, política e cultural.

Só depende de nós.”

 

World Map Of Social Networks Shows Rise Of Facebook

Publicado no TechCrunch (Dica via Twitter do competente @alexprimo )

Italian writer, blogger and photographer Vincenzo Cosenza has for the second time put together a visualization that shows the most popular social networks around the world on a map, based on the most recent traffic data (December 2009) as measured by Alexa & Google Trends for Websites.

The first one, which we featured in June 2009, already painted a picture of Facebook taking over the world from the West, but the second one shows its relentless colonization even more clearly.. (segue)