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Arquivo da categoria: multimídia

Mudamos!

O blog “Do Analógico ao Digital”, inicialmente pensado para pesquisar e acompanhar o jornalismo na web, mudou, e está em novo endereço. Para continuar acompanhando o nosso trabalho, agora um espaço virtual para reflexão sobre Tecnologia, Educação e Comunicação, acesse O Café Digital.

 

Natal Digital

“Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo” é a mensagem de Natal que aparece ao final de um vídeo da agência portuguesa Excentric. Muito criativo e engraçado, o vídeo mostra como as redes sociais, a web e o mobile contam a História da Natividade. O Natal através do Facebook, Twitter, YouTube, Google, Wikipedia,  Google Maps, GMail, Foursquare, Amazon..

FELIZ NATAL A TODOS.

 

Copa do Mundo, 3d e jornalismo

Em setembro, a cidade de Caxias do Sul, localizada na famosa e bela Serra Gaúcha, abrigou o Intercom Nacional, sendo palco de discussão e reflexões capitaneadas por acadêmicos e demais pensadores interessados em ouvir algo sobre o atual momento da Comunicação Social. Em Maio, eu havia participado do Intercom Sudeste, em Vitória (ES), e foi uma honra a oportunidade de julgar trabalhos e participar de mesas ricas em debates.

Desta vez, tomando-se como exemplo prático a Copa do Mundo disputada na África do Sul, o professor doutor Nélson Zagalo, de Portugal, e eu refletimos sobre a incorporação de recursos 3d pelos portais de notícias Terra e Uol. Como ressaltamos em nosso abstract, em meio a um considerável desenvolvimento de aplicativos na internet e grande expansão de infraestrutura para tecnologias móveis digitais e conexões sem fio, como 3G, o terreno jornalístico se torna fértil para experiências com realidade aumentada, tridimensionalismo e jogos, ideias que, há pouco mais de uma década, já são trabalhadas no campo teórico.

Uol, 11 câmeras e controle da imagem

O que nos levou a elaborar um texto “a quatro mãos”, além do contato acadêmico e amizade estabelecidos ao longo de 2 anos do outro lado do oceano, foi o fascínio pelo universo dos games. Neste mundial vimos surgir na Web uma nova forma de comunicação de informação relativa à Copa, mais concretamente aos gols que nela ocorreram.

Esta forma concebe-se pela recriação tridimensional de todo o lance que dá origem ao gol, ou seja, são desenhados, modelados e animados todos os intervenientes na jogada assim como o campo e a bola. Esta reconstrução assenta nos princípios basilares da simulação que vai permitir que o usuário tenha acesso a praticamente todas as dimensões visuais do lance, simulando hipóteses imaginadas plastificadas numa concretude digital.

De um ponto de vista narrativo-informativo o que difere entre o modo do UOL e o do Terra está no controle editorial sobre a informação revelada. Ou seja, enquanto o UOL recria todo o lance e o dá ao usuário para que este escolha o modo como pretende desfrutar, o Terra também recria todo o lance mas é ele quem define o quê e como o leitor vai poder desfrutar.

Em face desta pequena análise é possível verificar que a internet funciona como um canal privilegiado para a elaboração de novas técnicas de comunicação, técnicas que têm em conta as necessidades de informação detalhada do receptor mas que dão conta também dos novos papéis mais participativos do mesmo. Por isso falamos sempre do receptor como usuário e não como mero consumidor.

Terra, imagem sequencial, sem controle

Quando comparado com o consumo de futebol na TV, a visualização de lances neste formato permite ao leitor-telespectador não só uma maior compreensão, por meio de todo o detalhe proporcionado, mas vai levá-lo a um patamar de tomada de decisão que o obriga a operar em níveis cognitivos muito mais participativos e menos passivos. É chegada a vez do receptor de editar, e de escolher o melhor modo de acesso ao evento acontecido.

A explicação para esta tendência, em parte, está na presença de novos leitores. Os novos leitores são integrados à era digital e às tecnologias do século 21. A digitalização e a compressão dos dados permitem que qualquer tipo de signo possa ser recebido, armazenado e difundido via computador, somado à telecomunicação, e é um leitor mais livre, digital e imerso, diferentemente daquele contemplativo, rodeado de signos estáticos, ou movente, no sentido em que os signos estão em movimento. Com a realidade da TV Digital, a aposta é de crescimento destas experiências.

Paulo Rodrigo Ranieri é mestre em jornalismo, professor e pesquisador da comunicação no contexto digital e colunista do Nota de Rodapé

Nélson Zagalo é professor auxiliar do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho. Possui doutorado em Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro.

 

Nagasaki Archive

 ” ‘Nagasaki Archive’ é uma iniciativa digital que conta com a ajuda do Google Maps. Trata-se de um mapa em 3d da cidade com fotos dos sobreviventes nos locais onde estavam no momento do ataque associados a depoimentos”, diz a nota da agência EFE, publicada pelo UOL.

“Pela tag (#nagasaki0809) do microblogging Twitter é possível que qualquer usuário envie uma mensagem aos sobreviventes, as respostas aparecem sobrepostas no mapa”, informa o texto.

In: http://en_nagasaki.mapping.jp/p/nagasaki-archive.html
You can see photos from the same angle they were taken 65 years ago, and also you click the portrait of survivors to read their experiences and wishes assosiated with the actual location they were exposed to A – bomb. (The experience stories of six people are translated into English now. Other stories are displayed in Japanese). In addition, we displays photos of the current Nagasaki so that you intuitively understand how this city subsequently achieved the reconstruction across time and space.

 

Curta é filmado e editado no iPhone

Eu twittei há mais ou menos 15 dias, mas acho válido trazer também para cá..

 
 

Como complementar notícias com mapas interativos e comentários localizados

Do blog Jornalismo nas Américas

A tecnologia e as redes sociais abriram novas possibilidades para os jornalistas, não só para produzir matérias com gráficos sofisticados e mapas interativos como o Google Maps, mas também para localizar geograficamente a origem de mensagens e comentários através do novo serviço de geolocalização do Twitter.

O jornal argentino La Nación destacou em seu blog Conectados as várias utilidades do serviço de busca Google para localizar lugares específicos em mapas nas matérias – como os hospitais mais próximos em campanhas de vacinação, centros eleitorais, ou dados sobre acidentes em ruas e estradas para se evitar engarrafamentos.

O jornal espanhol Qué.es afirma que o novo serviço de localização do Twitter permitirá aos usuários criar “tags” (etiquetas) indicando lugares em suas mensagens, como os estádios da Copa do Mundo na África do Sul, e também criar listas de comentários provenientes de locais específicos através do Twitter Place.

Em seu blog oficial, o serviço de microblogs informou que a nova ferramenta estará disponível em 65 países. “Ao acompanhar a Copa do Mundo, queríamos saber se a pessoa estava atualizando seu status na África do Sul ou na frente da TV. Por isso lançamos o ‘Twitter Place’, um aplicativo que nos ajudará a localizar os usuários”, disse Othman Laraki, encarregado do projeto, ao International Business Times.

Leia mais aqui e aqui.

 

Marca publica interessante “especial” para o Mundial 2010

Um “especial” criado para transmitir informações sobre a Copa do Mundo foi publicado há alguns dias no site do jornal esportivo espanhol Marca. Há muitas seções no mesmo espaço, mas em “Calendário” basta o leitor correr o mouse sobre o nome da seleção e automaticamente aparecem informações sobre a chave em que ela está, os jogos da primeira fase, horário, estádio, cidade e dia da semana, além de dados sobre os cruzamentos a partir das oitavas-de-final.

É uma maneira interessante, organizada, mas não apresenta novidade. Também não se pode dizer que é apenas uma infografia, porque vai além. De qualquer forma, vale o registro por aqui e uma “zapeada” por lá.