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Arquivo da categoria: redes sociais

Mudamos!

O blog “Do Analógico ao Digital”, inicialmente pensado para pesquisar e acompanhar o jornalismo na web, mudou, e está em novo endereço. Para continuar acompanhando o nosso trabalho, agora um espaço virtual para reflexão sobre Tecnologia, Educação e Comunicação, acesse O Café Digital.

 

Natal Digital

“Os tempos mudam, o sentimento continua o mesmo” é a mensagem de Natal que aparece ao final de um vídeo da agência portuguesa Excentric. Muito criativo e engraçado, o vídeo mostra como as redes sociais, a web e o mobile contam a História da Natividade. O Natal através do Facebook, Twitter, YouTube, Google, Wikipedia,  Google Maps, GMail, Foursquare, Amazon..

FELIZ NATAL A TODOS.

 

Mais duas sobre twitter e jornalismo…

Repórter do Washington Post é suspenso por notícia falsa no Twitter

Por Summer Harlow/MM

O jornalista esportivo Mike Wise, do Washington Post, foi suspenso do trabalho por um mês depois de enviar um alerta falso no Twitter dizendo que a suspensão de um conhecido jogador de futebol americano do Pittsburgh Steelers duraria por cinco jogos, informou a NBC.

Depois de vários alertas no Twitter, Wise finalmente revelou que havia inventado a notícia para provar o ponto de que “qualquer um publicaria qualquer coisa”, afirmou Michael David Smith, chefe de blogueiros do FanHouse, da AOL Sports. O Miami Herald e o Pittsburgh Tribune-Review são alguns dos jornais que reproduziram o comentário de Wise.

Em um memorando aos repórteres, o editor de esportes do Washington Post lembrou que a ética jornalística deve prevalecer sempre, em qualquer plataforma de notícias.

“Os mesmos padrões que usamos no jornal, na página na internet, nos dispositivos móveis ou em qualquer outra plataforma se aplicam ao mundo das redes sociais. Fundamentalmente, temos que ser precisos, transparentes e justos”, afirma o comunicado.

Como apontaram diversos blogueiros de esportes, como os da revista The Atlantic e do jornal Washington Post: ironicamente, ao tentar chamar a atenção para a falta de credibilidade da imprensa, Wise acabou prejudicando a sua própria.

Twitter é o primeiro a publicar notícia sobre reféns em prédio do Discovery Channel nos EUA
Por Summer Harlow/LC

Tal como aconteceu quando um avião pousou no rio Hudson, nos EUA, em 2009, e com o massacre em Mumbai, na Índia, em 2008, a notícia de que um homem armado mantinha reféns na sede do Discovery Channel, em Maryland, circulou no Twitter antes de qualquer outro meio, informou o Washington Post.

Um funcionário do canal tirou fotos do atirador, identificado como James Lee, e as publicou no Twitter “horas antes das equipes de rádio e televisão relatarem o evento”, disse o site Bluhalo.

Usando o hashtag (tópico de busca no Twitter) #discovery, usuários da rede social puderam enviar notícias e pedidos de oração para seus amigos e familiares no interior do edifício da Discovery Channel, enquanto jornalistas postavam pedidos de entrevista.

Alex Priest, do Technorati, afirmou que as redes sociais “revolucionaram o ramo de notícias”. Para ele, o Twitter “se tornou rapidamente a principal fonte de informação sobre o incidente”, que culminou com a libertação dos reféns depois que Lee morreu baleado pela polícia.

Clique aqui para ler mais notícias do Centro Knight sobre jornalismo e Twitter.

 

Nagasaki Archive

 ” ‘Nagasaki Archive’ é uma iniciativa digital que conta com a ajuda do Google Maps. Trata-se de um mapa em 3d da cidade com fotos dos sobreviventes nos locais onde estavam no momento do ataque associados a depoimentos”, diz a nota da agência EFE, publicada pelo UOL.

“Pela tag (#nagasaki0809) do microblogging Twitter é possível que qualquer usuário envie uma mensagem aos sobreviventes, as respostas aparecem sobrepostas no mapa”, informa o texto.

In: http://en_nagasaki.mapping.jp/p/nagasaki-archive.html
You can see photos from the same angle they were taken 65 years ago, and also you click the portrait of survivors to read their experiences and wishes assosiated with the actual location they were exposed to A – bomb. (The experience stories of six people are translated into English now. Other stories are displayed in Japanese). In addition, we displays photos of the current Nagasaki so that you intuitively understand how this city subsequently achieved the reconstruction across time and space.

 

Como complementar notícias com mapas interativos e comentários localizados

Do blog Jornalismo nas Américas

A tecnologia e as redes sociais abriram novas possibilidades para os jornalistas, não só para produzir matérias com gráficos sofisticados e mapas interativos como o Google Maps, mas também para localizar geograficamente a origem de mensagens e comentários através do novo serviço de geolocalização do Twitter.

O jornal argentino La Nación destacou em seu blog Conectados as várias utilidades do serviço de busca Google para localizar lugares específicos em mapas nas matérias – como os hospitais mais próximos em campanhas de vacinação, centros eleitorais, ou dados sobre acidentes em ruas e estradas para se evitar engarrafamentos.

O jornal espanhol Qué.es afirma que o novo serviço de localização do Twitter permitirá aos usuários criar “tags” (etiquetas) indicando lugares em suas mensagens, como os estádios da Copa do Mundo na África do Sul, e também criar listas de comentários provenientes de locais específicos através do Twitter Place.

Em seu blog oficial, o serviço de microblogs informou que a nova ferramenta estará disponível em 65 países. “Ao acompanhar a Copa do Mundo, queríamos saber se a pessoa estava atualizando seu status na África do Sul ou na frente da TV. Por isso lançamos o ‘Twitter Place’, um aplicativo que nos ajudará a localizar os usuários”, disse Othman Laraki, encarregado do projeto, ao International Business Times.

Leia mais aqui e aqui.

 

A imprensa e o Twitter, jornalista pode ter opinião?

Em 28 de setembro de 2009 eu publicava neste blog o post “Washington Post cria regras para jornalistas nas redes sociais” , e dizia: “Assim como a Folha de S. Paulo, que recentemente criou algumas regras para o uso de redes sociais e sites de relacionamentos por parte de seus jornalistas, o jornal norte-americano Washington Post também criou o seu próprio regulamento. A ideia, de fato, é a mesma das regras criadas pela FSP“.

A relação “Twitter x jornalistas” volta a ganhar espaço por aqui com a publicação recente do blog Jornalismo nas Américas, A imprensa e o Twitter, jornalista pode ter opinião?  “Jornalistas e meios de comunicação vêm usando o Twitter para ampliar o alcance de seu trabalho, aumentar a interação com o público e se informar. Mas quando tratam de emitir opiniões e comentários – um dos aspectos mais fascinantes da ferramenta – eles enfrentam todo tipo de obstáculo: represália de editores, cancelamento de entrevistas e até demissão”, começa o texto.

O texto relembra casos que ficaram conhecidos no exterior (Newsweek) e no Brasil (National Geographic) e vale a pena ser lido na íntegra por estudantes e profissionais. De fato, há muitas discussões a serem levantadas nisto, e eu prefiro não me estender em demasia. Apenas espero que não haja controles abusivos, incoerentes com a realidade da Internet, por parte da mídia.

 

Microsoft cria agregador de redes sociais

Do PC WORLD ….

O FUSE Labs, grupo de pesquisa da Microsoft responsável por produtos como o Docs.com, anunciou hoje (5/5) um novo projeto, durante a Web 2.0 Expo, evento que acontece em São Francisco, nos EUA. Trata-se do Spindex, serviço que permite agregar dados e facilitar a publicação de informações em várias redes sociais.

Com ele é possível conectar e agrupar informações de ferramentas como Facebook, Twitter, Evernote, RSS e até do buscador Bing. Segundo a gerente geral do FUSE Labs, Lili Cheng, “com o crescimento do volume de tweets, posts no Facebook e captura de informações, com ferramentas como Evernote, é necessário ajudar o usuário a ter a informação correta, no tempo ideal e de uma forma adequada”… ( segue )