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Arquivo da tag: Tecnologia

Fundador da Wikipedia diz que não acredita na Web semântica

Extraído do UOL Tecnologia.

Jimmy Wales, fundador da Wikipedia, dá entrevista ao UOL e fala sobre a enciclopédia colaborativa, como surgiu a idéia, planos para o futuro e diz o que espera para o futuro da Web.

É uma pena que não tenha legenda.

 
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Publicado por em 13/11/2008 em Jornalismo

 

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EUA-Eleições: O holograma da CNN

Em meio a palavras como “Obama”, “etanol”, “Iraque”, “tropas”, “petróleo”, “América Latina”, “imigrantes”, “urna electrónica”, entre outras, surge uma que indiretamente está ligada às eleições presidenciais norte-americanas: “holograma”. É que a CNN, na noite da eleição, levou ao palco o holograma da comentarista Jessica Yellin, que estava em Chicago.

No jornal português Expresso, o jornalista Paulo Querido fez um interessante comentário sobre o que chama de “falso holograma”.

“A composição “holográfica” era, tal como no muito citado caso do filme Guerra das Estrelas, um truque de montagem. Jessica e Wolf falavam um para o outro como centenas de pivots fizeram em directo antes deles: dirigindo-se a um ponto vazio à sua frente, onde imaginam que está o interlocutor, graças à sua vasta experiência e, nalguns casos, a monitores escondidos dos olhos do público”, diz Paulo Querido.

cnnholograma

 
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Publicado por em 06/11/2008 em Jornalismo

 

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Universidade do Minho realiza encontro sobre a Web 2.0

Está a acontecer, hoje, na Universidade do Minho, Portugal, um encontro para refletir sore a Web 2.0. As comunicações são de temas variados, mas a maioria voltada à Educação. Os assuntos dos “workshops” também são diversos.

Eis a apresentação da página inicial do encontro:

A Web 2.0 veio alterar o modo de publicação online, de construção de redes sociais e de social bookmarking, com repercussões na vida pessoal, na comunicação social, nas empresas e na educação. 

Exemplo da Web 2.0 são os blogues, os podcasts, os wikis, o Goowy, o Hi5, o Delicious, as ferramentas do Google, o YouTube, o Flickr, o Second Life, o Facebook, entre outros. 

Neste Encontro teremos conferências de: George Siemens, Graham Attwell, Manuel Pinto, António Moreira e Leonel Morgado com o objectivo de debatermos as implicações da Web 2.0 na actividade profissional e na aprendizagem. São proporcionados Workshops para os que queiram iniciar ou aprofundar a utilização de algumas das ferramentas da Web 2.0.

 
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Publicado por em 10/10/2008 em Jornalismo

 

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Nativos da Rede…

É como disse uma amiga: eles mal sabem falar, mas já brincam com as interfaces sem o menor constrangimento. Impressiona-me, no entanto, pelos comentários que lá acompanhei, o facto das pessoas apenas comentarem “como ela é bonitinha” ou “a pronúncia errada” do brasileiro que fala “eipol” (Apple), e não se espantarem com a “nativa da rede”, que mal sabe falar, lidar tão facilmente com o aparelho. Ou o mundo não se espanta mais com isso?

 
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Publicado por em 20/09/2008 em Jornalismo

 

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No Brasil, herdeiro de McLuhan fala sobre tecnologia

O pesquisador canadense herdeiro de McLuhan, Derrick de Kerckhove, esteve novamente no Brasil, desta vez convidado pelo grupo Atopos, ligado à Universidade de São Paulo (USP). O telefone celular será o computador popular do futuro, esqueçam o laptop de Negroponte de 100 dólares, dizia o pensador em 2007, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo.

O blog Imezzo divulgou o bate-papo de Derrick com o jornalista de O Globo Vinicius Andrade Pereira. Vale conferir.

VAP: Vamos começar considerando o impacto das novas tecnologias nos modos como os jovens estão consumindo entretenimento midiático… O que o Sr destacaria neste contexto?

DdK: O telefone celular está distribuído mundialmente exceto, talvez, para jovens de regiões extremamente pobres. SMS (Short Message Service) é barato e tem uma linguagem e, mesmo cultura de fundo, desenvolvida do estilo telegráfico de se digitar mensagens com o polegar. Textos que podem até ser mais elaborados, mas ainda assim curtos, permitidos por equipamentos mais sofisticados. Há também os games, os jogos eletrônicos. Há muitos deles, formando a maior indústria de entretenimento atualmente — maior mesmo que a própria indústria cinematográfica — que deve ser interativa, porque o entretenimento na sua maior expressão é em tempo real. Isso significa que a indústria do entrentenimento hoje, sob a égide das novas tecnologias, deve ser participativa, interativa, conectada e imediata. Formas de entretenimento com conteúdos tradicionais como filmes, séries de tv e mesmo livros continuam a ser consumidas, mas, a ação real se dá para os jovens dentro de uma perspectiva do “onde estou”, não em alguma ficção. Nesse sentido, talvez “consumo” não seja a palavra exata. E mais, existem ainda as mídias sociais, tipo Facebook, Orkut e MySpace, e mesmo os metaversos(Second Life, por exemplo) que promovem novos “playgrounds” para os jovens. De uma maneira geral as pessoas parecem não desfrutar de softwares sociais para interconexões como a garotada, que está no auge dessa onda.

VAP: Como as novas tecnologias estão mudando as maneiras das pessoas se informarem hoje em dia?

DdK: Cada um de nós ocupa o centro de uma esfera midiática eletrônica que nos apresenta todo tipo de informação, todo tempo em qualquer lugar. McLuhan propôs que o meio é a mensagem, o usuário é o conteúdo. Isso é verdade: nós estamos no centro de uma completa imersão nas mídias e nos ambientes de informação. As pessoas estão criando suas próprias redes de informação, das mais imediatas(família e amigos), às globais, através de blogs, comunidades virtuais e de softwares sociais. Podemos dizer que as pessoas criam suas próprias informações coletivamente em sites como a Wikipedia, por exemplo. Criam tais informações de modo individual e coletivamente através de sites de tagging social como o del.icio.us ou o Flickr, por exemplo. O conteúdo, o formato e a distribuição da informação mudaram também. As informações são mutimídia, hipertextuais, etiquetadas(tagged), linkadas e interativas.

VAP: Compreendendo toda essa reflexão dentro do que podemos chamar de ecologia da informação, o que devemos considerar quando focamos as universidades dentro do contexto da cultura digital?

DdK: Várias reformas deveriam ser empreendidas a fim de permitir às universidades se beneficiarem das redes sociais digitais, adaptando seus currículos e métodos de ensino, do mesmo modo que seus métodos de avaliação, pesquisa e publicação. Mas as universidades não estão com pressa em se integrarem plenamente às novas mídias. Sim, é verdade que existem práticas tais como conteúdos de disciplinas que são dispostos da forma de podcasting, e especulações em torno da Wikiversity, mas os estudantes ainda têm que esperar o fim do lento processo de publicação das suas teses antes que possam postular a um espaço profissional mais expressivo, dentro dos meios acadêmicos. Parece injusto manter jovens doutores estudiosos privados de uma publicação on-line e, desse modo, reduzir as chances de conquistarem mais espaços de atuação, até que seus trabalhos sejam publicados no ritmo de lesma, típico da publicação em papel.

VAP: O Sr. tem viajado por todo o mundo, dando aulas e palestras em diferentes países como os EUA, a Itália, o Brasil, o Japão, dentre outros. O que o Sr. destacaria como importante considerando os diferentes modos como as novas tecnologias estão impactando essas culturas?

DdK: Penso que o que é importante para todas as sociedades e também para todas as comunidades locais é o acesso e a garantia de liberdades civis. O fornecimento de comunicação deveria ser uma das responsabilidades principais do Estado, tanto quanto transporte, saúde, segurança e outros serviços básicos. Contudo, observamos interesses variados quanto à adoção de tecnologias de informação e de comunicação por diferentes países. Testemunhamos, por exemplo, por muito tempo — e em vão — a resistência da França contra a Internet para proteger o Minitel. E então, no começo dos anos 90, sua rápida recuperação no que diz respeito às taxas de adoção da Internet. Ou o caso da Itália, onde o acesso à Internet ainda está em um baixo patamar, de 31% da população, quando comparado aos 78% na Inglaterra. A conseqüência de qualquer retardo na adoção dessas tecnologias é a promessa de um crescimento econômico menor e mais lento. E isso se dá porque a capacidade intelectual de um país não está sendo alimentada. É tão contraproducente para um Estado frear ou resistir através das suas leis formas de conectar comunidades, quanto concentrar todas as energias da nação em uma única indústria como a do petróleo. Você precisa de ambos, músculos e cérebro, para por em movimento um país.

VAP: O que o Sr. diria aos pais que estão educando seus filhos hoje? Quais seriam os limites e os direitos de crianças que estão lidando todo o tempo com diferentes tipos de mídias?

DdK: Este é o maior desafio da educação. Mas é difícil encontrar professores que irão educar seus alunos para um uso crítico da web. As mídias estão mudando tão rapidamente que as habilidades requeridas para lidar com elas parecem, desde os primeiros dias da web, reservadas às gerações mais novas. O que se pode ver, por exemplo, na idade de Marc Andressen, 19 anos, quando desenvolveu o primeiro browser, o MOSAIC. O único modo dos pais intervirem eficientemente junto às “crianças on-line” é partilhar a experiência com elas de vez em quando, mostrando através de exemplos, usos adequados das mídias e se distanciando um pouco para ver como as coisas vão… dando uma passo atrás para poder ver o quadro como um todo. Como direitos das crianças, acho que são os mesmo que os dos adultos. Quero dizer, você não invade a privacidade delas mais do que como você faz com um vizinho…(rs) O mundo on-line é uma extensão e não uma contradição ao mundo físico. Mas, como em todas as coisas, há uma aceleração e multiplicação violenta dos efeitos de qualquer meio e, no caso específico da Internet, as possibilidades de se escolher direções erradas estão multiplicadas.

VAP: O que o Sr pensa do papel que teriam, no Brasil, formas de governo eletrônico e móvel como, por exemplo, o uso de celulares para acesso a serviços básicos de cidadania, ou mesmo para votação?… 

DdK: Eu não conheço a cena política brasileira o suficiente para falar com propriedade sobre isso… Mas, posso afirmar com certeza que, se o Brasil quer alavancar sua economia e assegurar o seu papel como interlocutor no primeiro mundo, como está começando a acontecer, o governo brasileiro deveria considerar a possibilidade de conectar todo o país, começando com grandes concentrações da população como, por exemplo, provendo conectividade de graça para algumas favelas escolhidas sob certas condições, a fim de encorajar o desenvolvimento e a maturação destas comunidades.

Derrick de Kerckhove é Professor do Departamento de Letras da Universidade de Toronto(Canadá) e Diretor do McLuhan Program in Culture and Technology/Universidade de Toronto. É considerado um dos principais herdeiros intelectuais de McLuhan, tendo avançado suas pesquisas sobre mídias em torno das novas tecnologias de comunicação.  É autor de inúmeros livros, dentre os quais “Brainframes: Technology, Mind and Business”(Bosch&Keuning, 1991), “The Skin of Culture”(Somerville Press, 1995), “Connected Intelligence” (Somerville, 1997), “The Architecture of Intelligence”(2000), dentre outros. Recentemente teve participação importante no livro “Do Publico para as redes – A comunicação digital e as novas formas de participação do social”, organizado pelo pesquisador italiano residente no Brasil, Massimo Di Felice, do Atopos (USP).

 
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Publicado por em 27/08/2008 em Jornalismo

 

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Campus Party – a feira da internet na Espanha

O espanhol elpais.com anuncia cobertura especial ao evento, considerado “a festa blogger mais importante”.

“Las tiendas de campaña están preparadas, los ordenadores han cargado las baterías y Valencia comienza su cuenta atrás para vivir uno de los eventos blogger más importantes del mundo: la Campus Party.”

 
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Publicado por em 28/07/2008 em Jornalismo

 

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Comunicação digital na Itália

A jornalista brasileira Paola Sales realizou uma pesquisa na qual traça um panorama da comunicação digital na Itália, sob a ótica dos sítios internacionais: “A partir da seleção de três sites para estudo de caso, foi possível a realização de análises e testes com usuários, abordando temas como usabilidade, arquitetura de informação, acessibilidade, webwriting, entre outros. O tema Novas Tecnologias e Linguagem de Mídia, argumento macro deste projeto, desempenhou o papel de apresentar o tema específico, Comunicação em sites institucionais italianos. O estudo teve sua base de argumentação montada a partir da literatura existente sobre o tema não só no idioma português, mas também inglês e italiano.”

Aos interessados, eis a pesquisa… vale conferir.

 
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Publicado por em 17/07/2008 em Jornalismo

 

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